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Como é q faço isto?

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Pode corrigir SFF?
Este exercício tem vários erros e não foi colocada uma dúvida específica e clara. O primeiro triângulo está mal representado. Deveria ter uma altura de 2,5 em vez de 1,5. Nenhum dos ângulos foi calculado. Este exercício precisa de uma explicação detalhada em aula.
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No exercício 2.7, o que falta consi


derar na resolução?
O referencial que usaste não é o mais adequado. É preferível adotar um sistema de eixos com o eixo xx na horizontal, pois todos os ângulos fornecidos partem da horizontal. Nesse referencial, obtém-se:
∑Fx = 0 <=> 60*cos(30º) - T1*cos(20+θ) - T2*cos(20º) = 0
∑Fy = 0 <=> -60*sen(30º) + T1*sen(20+θ) + T2*sen(20º) = 0

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O exercicio 6 está correto? E como devo fazer o 6.3? Pensei pelo corolario mas acho q n é isso
O exercício 6 está correto! Apenas duas notas. No 6.1, ao fazeres a derivada do cos (x), na linha seguinte deverias ter apresentado o "- sen(x)" entre parêntesis, pois tens uma multiplicação seguido de um sinal menos. Na 6.2 o b é diretamente igual a f(0) só neste caso, porque estamos num ponto de abcissa nula, mas nem sempre isso acontece. Podemos ver isso em aula caso tenhas dúvidas. Em relação ao 6.3 é pelo corolário do teorema de Bolzano-Cauchy aplicado à função f'(x) que calculaste em 6.1. Assim f'(x) é contínua no intervalo dado e f'(π/2).f'(π)<0 obriga à existência de pelo menos uma derivada nula no intervalo.
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Boa tarde!
Se tivesses-mos as forças aplicadas de A a B e não de B a C,

aplicávamos os momentos ao ponto C e resolvíamos como de costume, ou ficava diferente?
Boa tarde.
Se quisermos calcular as reações, estando a carga distribuída localizada entre A e B, podemos resolver o sistema de equações onde a primeira equação é o somatório das forças é igual a zero e a segunda é o somatório dos momentos em A (ou em D) é igual a zero. Para isso substituímos a carga distribuída por uma força no seu centro, que neste caso seria no ponto médio de [AB]. Não sei se era isso que pretendias ver explicado.
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Em que parte da equação estou a errar?
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Boa noite! Só uma pequena questão. Porque é que neste caso se multiplicou por “t” ambos os membros antes de se começar a resolver?

Boa noite!
Porque esta é uma equação de Euler que tem a forma:
an*x^n*y(n) + an−1*x^n−1*y^(n−1) + ··· + a1*y′ + a0*y = 0
Assim, cada parcela da soma de cima é constituído por produto de uma constante numérica, por um monómio de grau k e pela k-ésima derivada de y. Ao multiplicar-se por t, obrigamos a que todos as parcelas tenham um monómio de grau igual à ordem da derivada. No caso a 1ª parcela fica com um monómio de grau 2 (x^2) a multiplicar pela 2ª derivada de y e a 2ª parcela é constituída por um monómio de grau 1 (x) a multiplicar pela 1ª derivada de y, ou seja o grau do monómio é o mesmo que a ordem da derivada em todas as parcelas. Assim obtemos a equação de Euler na sua forma canónica.
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Pode confirmar se os passos estão corretos?
Todas as escolhas das operações elementares estão corretas. Há apenas alguns erros de cálculo. No fim, deves indicar que a inversa é a matriz que obtiveste do lado direito.

Agora basta multiplicar e dividir o limite por 4. Podes prosseguir com uma mudança de variável y=4x